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 Forum >> Animais em Circo >> Abandonados pelo Circo.
Abandonados pelo Circo.Responder sobre Abandonados pelo Circo.
Administrador AB
4/1/2007
Olha ai pessoal, é apenas mais um dos tantos abandonados pelos circos.
Henrique
 
*Para quem está em Santa Catarina, amanhã, segunda-feira, 12/06, às 09:00Hs, na Rádio Guarujá de Florianópolis, vou falar (alertar) sobre a atenção especial como os animais em épocas como agora, na Copa de Mundo, assim como nos réveillons, etc, com os fogos de artifício. Comente sobre este alerta no seu trabalho, no condomínio, na escola de seus filhos, na sua rua, na panificadora, entre amigos, parentes, etc. Evite passear com seu cão em dias de jogos do Brasil, mantendo-o em local seguro. Alguns animais (boa parte deles), respondem de maneira descontrolada aos fogos. O alerta está ai, no mais, use o bom senso e sua intuição.  
É claro, cuidado também com as crianças e adultos destraídos.
 
*Esta mensagem começou falando de um leaozinho que foi abandonado e está sendo tratado num zoológico. Por isso, quem quiser ver o resultado de acidentes com fogos de artifício, pense duas vezes, e só depois abra o anexo.  (PENSE ANTES DE ABRIR O WORD)
  
 
 
Diário Catarinense, 11/ 06/06 (domingo).
 
Animais
O paciente Pacato
VIVIANE BEVILACQUA/ Pomerode
 
 
 
Pacato é um leão calmo, tranqüilo, que gosta de receber
cafuné de seus cuidadores no Zoológico de Pomerode
Pacato.jpg
Foto(s): Daniel Conzi/Santa

O nome não poderia ser mais apropriado. Pacato é um leão calmo, tranqüilo, que gosta de receber cafuné de seus cuidadores no Zoológico de Pomerode, onde mora há pouco mais de dois anos. Na época, ele havia sido abandonado por um circo de passagem pelo Oeste de Santa Catarina. Subnutrido e muito doente, foi aceito pelo zôo, ficando sob os cuidados do médico veterinário Marcus Vinícius Cândido.

Ele vive bem na casa nova - onde já havia um casal de leões - e sempre foi muito admirado pelos visitantes. As crianças eram as mais curiosas. Queriam conhecer o animalzinho que havia sido abandonado na velhice, depois de muitos anos apresentando-se no circo. Virou o centro das atenções na cidade. Agora, Pacato dá sinais de que os anos - quase 20, segundo o veterinário - estão indicando que o seu fim se aproxima.

Pacato sofre de insuficiência renal, e volta e meia precisa de cuidados médicos especiais. Para receber o soro com componentes essenciais à sua sobrevivência (reposição de fluídos) ele é sedado, ficando sob responsabilidade de Marcus Vinícius e da estagiária Lita Calvi. O soro, rico em nutrientes, lhe dá um novo sopro de vida.

Enquanto Pacato é cuidado no pequeno hospital do zôo, outros 1,2 mil animais, de mais de 200 espécies diferentes, fazem a alegria dos turistas e moradores de Pomerode, no Vale do Itajaí.

Situado no Centro da cidade, o zoológico é a realização de um sonho do fundador do município, Hermann Weege. Tudo começou em 1932, com uma lagoa no fundo da sua casa, onde possuía alguns animais domésticos, que acabaram atraindo outras espécies silvestres da região.

Com o passar do tempo, tornou-se a primeira iniciativa privada do tipo no Brasil e o primeiro zoológico a ser fundado no Sul.

Depois de receber investimentos de um alemão catarinense que prefere se manter anônimo, o espaço, mantido pela Fundação Herrmann Weege, tornou-se uma das principais atrações turísticas da região. Além da exposição de animais, o zoológico também desenvolve atividades relacionadas à educação ambiental.

Desde 2002, cerca de mil animais de apreensões foram recebidos pelo estabelecimento, na sua maioria aves: os considerados aptos foram liberados em ambientes naturais e o restante tem sido encaminhado às instituições com programas de reprodução em cativeiro.

( viviane.bevilacqua@diario.com.br )


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