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 Forum >> Carroças Tração Animal >> Até Quando ?
Até Quando ?Responder sobre Até Quando ?
Administrador AB
6/1/2007
CAVALO QUE AGONIZAVA NAS ILHAS DE PORTO ALEGRE HÁ 5 DIAS, É EUTANASIADO!
Pela informações dos moradores o cavalo já estava há 5 dias agonizando. Segundo o veterinário que fez a eutanásia fora aplicado medicação errada no animal, o que provamente deixou naquele estado. Só para variar o cavalo não tinha dono e ninguém sabe que é o dono. Será solicitado ao veterinário um laudo, para que sejam solicitados os procedimentos legais com enquadramento do dono do cavalo na Lei dos Crimes Ambientais.
As fotos foram feitas em 10/11/2006, entre 13 e 14 horas.
 
OUTRAS IMAGENS:
 

ATENÇÃO: 9 HORAS E 30 MINUTOS DA MANHÃ, DE 2a.FEIRA (DIA 13/11/2006) NO PROGRAMA "POLÊMICA" DA RÁDIO GAÚCHA AM (600KHz), PORTO ALEGRE/RS), O TEMA DE DEBATE É:
Projeto dá prazo de até oito anos para o fim das carroças em Porto Alegre
Lauro Quadros e os vereadores Adeli Sell (PT), Sebastião Mello (PMDB), Sofia Cavedon (PT) e Maristela Maffei (PSB) debatem o assunto, nesta segunda.
HÁ PERGUNTA PARA ENQUETE, A QUAL É DIVULGADA NA ZERO HORA DE 2A.FEIRA OU PELO SITE:
HÁ TAMBÉM POSSIBILIDADE DE OPINIÃO PELO EMAIL: polemica@rdgaucha.com.br OU POR TELEFONE.

09/11/2006

Câmara aprofunda discussões sobre carroças

09/11/2006
Foto: tonico alvares
Audiência reuniu vereadores, carroceiros e defensores dos animais
Foto: tonico alvares
Melo (em pé) defendeu projeto na audiência conduzida por Goulart (c)

Audiência Pública

Câmara aprofunda discussões sobre carroças

A Câmara Municipal de Porto Alegre realizou nesta quinta-feira (09/11) audiência pública solicitada por representantes das entidades ligadas aos carroceiros e catadores da Capital para debater o projeto de autoria do vereador Sebastião Melo (PMDB) que prevê a retirada gradativa das carroças das ruas da Capital num prazo de até oito anos. Foram apresentados encaminhamentos no sentido de que haja uma nova reunião para tratar dos maus-tratos aos animais, com a presença de representantes da Prefeitura. Os participantes sugeriram também a elaboração de um projeto pelo Executivo para os carroceiros e catadores, que reivindicam o reconhecimento da categoria, a valorização do trabalho por eles realizado, creches para filhos de papeleiros, além de subsídios para a capacitação da categoria, livre circulação e veterinário para acompanhamento dos cavalos.

O presidente do Legislativo, Dr. Goulart (PDT), informou que uma comissão está sendo formada para aprofundar as discussões sobre o projeto em tramitação na Câmara. Também assegurou que foi solicitada uma audiência com o prefeito José Fogaça para conhecer as políticas públicas do Executivo para o setor.

O autor do projeto disse que muita gente desconhece o conteúdo da proposta e sua trajetória de luta, tendo trabalhado como carregador de frutas e legumes na Ceasa, como chapista em lanchonete e como advogado que sempre atuou nas causas populares. “Procurei, nos sete anos do meu mandato aqui na Câmara, buscar soluções para o dia-a-dia do cidadão. É preciso ampliar a coleta seletiva, separar melhor o lixo, ampliar os galpões de reciclagem e fazer um cadastro social dos carroceiros e suas famílias. Pelo projeto apresentado, a prefeitura terá oito anos para criar políticas públicas para o setor.” Melo garantiu que ninguém vai retirar as carroças sem uma solução e que aceita sugestões para o seu projeto, que está na Câmara desde 2005.

Carroceiros & ONGs

Alexandro Cardoso, representante da Associação dos Moradores, Papeleiros e Carroceiros da Ilha dos Marinheiros (Amapag), destacou que os catadores são as pessoas que tiram do lixo a sua sobrevivência, com dignidade, resgatando o meio ambiente. Disse que 60 mil pessoas dependem do lixo e que o projeto foi feito de cima para baixo, sem ouvir as bases. Lembrou que são coletadas diariamente 150 toneladas de lixo na Capital. “Se querem retirar as carroças, primeiro temos que acabar com a exclusão social”, concluiu.

Maria de Lourdes Sprenger, delegada do Fórum Planejamento e representando os apoiadores da causa animal, afirmou que as ONGs  vêem o projeto como uma questão de bem-estar animal e humano. Observou que o trânsito das carroças e os maus-tratos aos animais são constantes na cidade. “Os cavalos têm sido submetidos à crueldade, carregando peso acima das suas capacidades e conduzidos em desobediência às leis de trânsito, muitas vezes por crianças.” Isabel Abreu da Rosa, do Projeto Bicho Cidadão, entregou ao presidente da Casa um abaixo-assinado contendo 5 mil assinaturas a favor da proposta de Melo.

O representante da Associação Brasileira de Catadores e Reclicadores (Abrac), Bruno Lima, lembrou que 80% do lixo de Porto Alegre é reciclado pelos catadores. O representante do Movimento dos Catadores, Venâncio Francisco de Castro, disse que a categoria tem um projeto desde 1997 que nunca recebeu apoio de órgãos públicos ou ONGs de defesa dos animais. Representantes do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) e do Grupo Porta Voz Animal também se manifestaram.

Posição dos vereadores

O vereador Cláudio Sebenelo (PSDB) se posicionou a favor do projeto de Melo. Sofia Cavedon (PT) disse que não há contraditório e defendeu que o governo municipal deve participar do processo, não havendo a necessidade de uma lei. Haroldo de Souza (PMDB) disse que qualquer animal deve ser bem tratado e o carroceiro precisa trabalhar e que, por isso, é preciso encontrar uma solução. Elias Vidal (PPS) observou que é preciso uma ampla discussão para que todas as partes cheguem a um ponto comum. Maristela Maffei (PSB) disse que a dor de ver um animal maltratado não é pior do que ver uma mãe com o filho passando fome.

João Dib (PP) afirmou que já existem leis que não permitem a circulação de carroças nas ruas do perímetro central e informou que vai apresentar o modelo que é utilizado em São Paulo, sem a necessidade de carroças. Mônica Leal (PP) disse que nenhum vereador da Casa tem o objetivo de desempregar ou prejudicar famílias e que o projeto de Melo é inclusivo. Luiz Braz (PSDB) ressaltou que apresentou um substitutivo que é uma alternativa ao projeto de Melo e pelo qual as carroças não poderiam entrar em determinados horários no perímetro urbano nem serem conduzidas por menores de 18 anos.

Ervino Besson (PDT) disse que Melo é um dos vereadores que mais defende os menos favorecidos e que o projeto não foi feito para prejudicar os carroceiros. Adeli Sell (PT) falou da emenda de sua autoria ao projeto que reduz o tempo de adaptação para quatro anos, afirmou que não é mais possível a circulação de carroças nas principais ruas de Porto Alegre e garantiu que não vai se curvar diante de ameaças. Carlos Todeschini (PT) classificou o projeto de preconceituoso e afirmou que será a favor da substituição das carroças no dia em que o poder público der condições para isto. Carlos Comasseto (PT) disse que é preciso que o Executivo apresente um projeto global com ações práticas, pois é o responsável pela gestão da cidade.
Vítor Bley de Moraes (reg. prof. 5495)

Terça-feira, 07 de novembro de 2006

A barbárie vai durar até quando?

Cavalo vítima de maus tratos em Porto Alegre 
Até quando teremos que conviver com cenas como da registrada na foto ao lado? Até quando Porto Alegre fechará os olhos para a crueldade cometida contra os cavalos. Até quando a vida de papeleiro será o único destino de milhares de trabalhadores pobres da Capital? Se você quer mudar esse estado de coisa, não pode deixar de marcar presença na audiência pública sobre o fim das carroças em Porto Alegre. Quanto mais pessoas participarem, maior será a pressão sobre a Câmara para a votação imediata do projeto que prevê a redução gradual dos veículos de tração animal existentes na cidade. A audiência está marcada para quinta-feira, dia 9 de novembro, às nove horas, no plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal.
Postado por Macedo, POA às 11h42 

Quinta-feira, 09 de novembro de 2006

Audiência discute fim das carroças


Coragem foi abandonado com lesão na pata esquerda 
A Câmara Municipal de Porto Alegre realizou nesta quinta-feira audiência pública solicitada por representantes das entidades ligadas aos carroceiros e catadores da Capital para debater o projeto de autoria do vereador Sebastião Melo (PMDB) que prevê a retirada gradativa das carroças das ruas da Capital num prazo de até oito anos. Foram apresentados encaminhamentos no sentido de que haja uma nova reunião para tratar dos maus-tratos aos animais, com a presença de representantes da Prefeitura. Os participantes sugeriram também a elaboração de um projeto pelo Executivo para os carroceiros e catadores, que reivindicam o reconhecimento da categoria, a valorização do trabalho por eles realizado, creches para filhos de papeleiros, além de subsídios para a capacitação da categoria, livre circulação e veterinário para acompanhamento dos cavalos. O autor do projeto disse que muita gente desconhece o conteúdo da proposta: “É preciso ampliar a coleta seletiva, separar melhor o lixo, ampliar os galpões de reciclagem e fazer um cadastro social dos carroceiros e suas famílias. Pelo projeto apresentado, a prefeitura terá oito anos para criar políticas públicas para o setor”, disse Melo.
 
Postado por Macedo, POA às 19h36 
Para comentar:

10/11/2006 - JORNAL DO COMÉRCIO - Fernando Albrecht - p. 03  - Começo de Conversa 
Perigo em duas rodas
E os carroceiros, hein? Na Audiência Pública sobre o projeto do vereador Sebastião Melo (PMDB) que prevê a retirada gradativa das carroças na Capital, algumas lideranças deste pessoal ameaçaram criar o caos em Porto Alegre caso o projeto seja aprovado. Não é de duvidar. Se já causam caos hoje, imagina se declararem guerra.
Cobrança
O debate sobre carroças também enveredou para o lixo. Sofia Cavedon, líder do PT, cobrou do vereador Sebastião Melo sua assinatura para criação da CPI que investigaria a suspensa licitação do DMLU. "Eu disse que assinaria se fosse para investigar os 16 anos do PT e os dois anos de Fogaça", rebateu Melo. "Mas sobre isso há acordo, vereador. Falta a sua assinatura", replicou Sofia.

10/11/2006 - ZERO HORA - Região Metropolitana - p. 50 
Fim de carroças gera discussão na Câmara 
Virou uma seqüência de vaias e de aplausos a audiência pública marcada para discutir na Câmara Municipal o projeto que prevê a extinção em oito anos das carroças na Capital. Depois de mais de 20 discursos acalorados arrancarem reações de torcedor de futebol das cerca de 300 pessoas presentes, saiu-se sem nenhuma proposta concreta. Ficou acertada uma nova reunião, ainda sem data definida. A Capital conta com 8 mil carroceiros.
As quase quatro horas tiveram gritos, provocações, palmas e muitos xingamentos. De um lado estavam carroceiros, catadores e representantes de movimentos sociais. Do outro, entidades defensoras dos animais. Quando um vaiava, o outro aplaudia.
Os carroceiros se manifestaram radicalmente contrários à proposta. Dizem não aceitar, em nenhuma hipótese, qualquer projeto que estabeleça prazo para retirada de tração animal das ruas. Chamam de demagógica a matéria apresentada pelo vereador Sebastião Melo (PMDB).
- Querem tirar das ruas as pessoas que retiram do lixo a sua sobrevivência e a sua dignidade. Este é um projeto feito de cima para baixo. Viemos aqui discutir várias vezes, e nenhuma das nossas reivindicações foi contemplada - reclamou Alexandro Cardoso, representante do Movimento Nacional dos Catadores.
Intenção é eliminar veículos de tração animal em oito anos
Empunhando cartazes, os defensores dos animais reclamaram dos maus-tratos aos cavalos. Mostraram fotos de eqüinos mortos e feridos na rua. Eles defendem a retirada gradativa das carroças do trânsito.
- Os cavalos andam mal ferrados, são mal tratados e passam fome. Vivem numa situação flagrante de violência - disse Maria de Lourdes Sprenger, representante dos apoiadores da causa animal.
O autor do projeto lamentou que a discussão tenha se tornado tão acirrada, com troca de acusações pelos dois lados.
- A intenção é produzir em oito anos políticas públicas para transposição do trabalho dos carroceiros para outra atividade - apaziguou Melo.
Já quase no final do encontro, após manifestações acaloradas, um discurso foi único a arrancar aplausos dos dois lados.
- Isso aqui está parecendo uma arena. A gente tem de sentar e discutir. Não adianta ficar vaiando ou aplaudindo. Não adianta ficar de um lado ou do outro - sugeriu Teófilo Rodrigues Mota Júnior, da Associação dos Carroceiros de Porto Alegre.
Durante toda a audiência, houve atenção especial da segurança da Câmara. Na rua, a Brigada Militar garantiu o reforço do policiamento.
Saiba mais
O que diz o projeto
Apresentado em 2005, o projeto propõe a implantação de um programa de redução gradativa do número de veículos de tração animal em Porto Alegre e estabelece um prazo máximo de oito anos para a proibição definitiva do trânsito de carroças na Capital.
Um grupo de trabalho composto por órgão públicos e entidades ficaria responsável por elaborar ações para promover a retirada gradativa dos carroceiros.
Essas ações e projetos possibilitariam que os carroceiros ingressassem em outros mercados de trabalho, como o da reciclagem de resíduos sólidos. Também se prevê a criação do financiamento de veículos movidos por combustíveis não-poluentes para substituir as carroças.
A prefeitura ficaria responsável por destinar recursos para os programas. Em Porto Alegre, há cerca de 8 mil carroceiros.
Substitutivo
Tramita em paralelo na Câmara de Vereadores projeto apresentado pelo vereador Luiz Braz (PSDB) que estabelece áreas em Porto Alegre em que as carroças poderiam circular. Pelo texto, elas seriam proibidas de circular na área central, salvo em horários que seriam combinados com os órgãos públicos. Esse projeto irá a votação antes do apresentado por Sebastião Melo e anularia o que está sendo discutido.

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