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Devemos Exterminar a LEISHMANIOSE e não os ANIMAISResponder sobre Devemos Exterminar a LEISHMANIOSE e não os ANIMAIS
Administrador AB
28/2/2007
Mulher morre em Campo Grande vítima de leishmaniose

A professora aposentada Izem Maciel Lescano, de 74 anos, morreu no último sábado, dia 24 de fevereiro, no Hospital El Kadri, em Campo Grande, vítima de leishmaniose visceral, conforme foi confirmado pela infectologista Haydee Marina do Valle. A mulher estava internada há mais de um mês no hospital com a doença e acabou não resistindo.

A idosa teve pneumonia e insuficiência renal e acabou tendo a doença agravada pela infecção. Essa seria a primeira morte do ano em Mato Grosso do Sul devido à leishmaniose, já que no ano passado, conforme balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, foram 19 mortes.

A infectologista Haydee do Valle ressaltou que quando a paciente procurou o hospital já estava com a doença bem agravada, mas garantiu que ela teve todo o atendimento necessário para sua recuperação. No ano passado 190 casos da doença foram confirmados, sendo 127 deles em Campo Grande, onde nove pessoas morreram em conseqüência da leishmaniose.

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) montou ações estratégicas para controlar o avanço da doença, principalmente na Capital, sendo que equipes realizaram o chamado “censo canino” para levantar quantos cães existem na Capital e quantos destes estariam contaminados. A leishmaniose é transmitida ao cão através da picada do mosquito flebótomo, conhecido como palha.

Quando o animal está contaminado ele emagrece, as unhas crescem e há queda de pêlos, sendo que há necessidade de procurar o CCZ para que o cão seja exterminado. As pessoas devem ficar atentas para os sintomas da leishmaniose. O homem apresenta febre, fraqueza, emagrecimento e crescimento do abdômen.


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