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 Forum >> Leishmaniose >> Bauru-SP, Leishmaniose reduziu a população canina
Bauru-SP, Leishmaniose reduziu a população caninaResponder sobre Bauru-SP, Leishmaniose reduziu a população canina
Administrador AB
19/4/2007
Leishmaniose reduziu a população canina na cidade

Luciana La Fortezza
 
Não fosse a leishmaniose, a população canina de Bauru seria maior do que é atualmente. Por dia, são sacrificados, em média, 20 cães com a doença no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), segundo o encarregado das equipes de campo do órgão, Flávio Tadeu Salvador. Mas segundo ele, não dá para estimar quanto a mais de cachorros a cidade teria.

"A doença foi detectada no Estado em 1999, mas ninguém sabe (desde quando os cães passaram a ser infectados pelo mosquito palha)", comenta. De acordo com ele, o impacto é mais fácil de ser avaliado a longo prazo.

Em contrapartida, a reposição de animais na cidade é grande porque o município ainda não dispõe de um programa de castração. Somando prós e contras, Salvador acredita que a tendência a curto prazo é que a população canina em Bauru seja mantida. Já num futuro mais distante deve diminuir, desde que os programas que impeçam a reprodução sejam realmente adotados.

"É uma irresponsabilidade deixar o animal procriar sem saber o destino (das crias)", comenta a empresária Vera Lúcia Kirchner Juliano. Ela cuidou para que seu casal de daschund não enfrentasse o problema.

Vera foi surpreendida ao apaixonar-se por Tip, o cãozinho que o marido, Dorival Juliano, deu ao filho. Já Anita caiu nas graças do pai da família.
"Eu acho que todo mundo deveria tentar ter um animal", comenta a empresária.
Neste caso, a proporção entre população e cães também seria maior do que é hoje.

Até 2003, por exemplo, o Instituto Pasteur calculava um cachorro para cada 10 habitantes em Bauru, segundo Salvador. Depois, seu censo passou a utilizar a proporção de um para sete. Já a relação entre homens e gatos é de um para quatro. "Mas a população de cães sempre é maior (que a de felinos)", conclui o encarregado do CCZ.

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A doença

A leishmaniose é transmitida a cães e humanos pela picada do mosquito palha infectado. O mosquito se reproduz em locais com lixo orgânico em decomposição. A doença pode ser prevenida com a limpeza de quintais e terrenos onde haja lixo acumulado.

Os cães, hospedeiros da leishmaniose, também devem ser mantidos nos quintais para evitar serem contaminados. Neles, os sintomas são emagracimento, fraqueza, queda de pêlos, vômitos, febre regular, crescimento das unhas, ferida no focinho, orelhas e patas.

Já nos humanos a doença se manifesta por meio de febre prolongada, tosse seca, emagrecimento, crescimento do fígado e do baço, fraqueza e diarréia, sangramento na boca e intestino, nos casos mais graves.

Da Redação

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http://www.jcnet. com.br/editorias /detalhe_ bairros.php? codigo=100798

31/03/2007
 
Bauru tem 1 cão para cada 5 habitantes Censo feito no final do ano passado revelou que a maioria dos animais é jovem e aumentou a população de gatos Luciana La Fortezza.
 
Um a cada cinco moradores de Bauru têm cachorro, segundo o censo animal concluído no final do ano passado. Quando a população de felinos é acrescentada, a proporção de animais por habitante é de pelo menos um para cada quatro pessoas.

Os números levantados entre setembro e outubro de 2006 pelos 120 agentes de
controle de doenças da Secretaria Municipal de Saúde também apontaram que a faixa etária dos animais, em média, é baixa. Não ultrapassa os quatro anos, quando a expectativa de vida chega a 12 anos.
O dado é importante porque, quanto mais jovem é o bicho, mais suscetível a doenças ele é. "A resposta imunológica não é tão boa quanto a de um adulto.
Por isso é importante que essa população fique mais velha", comenta Mário Ramos, veterinário e titular da Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com ele, o animal adulto é mais resistente a doenças como raiva, sarna e leishmaniose. Integrado a uma família que lhe cerque de cuidados, ofereça boa alimentação e vermífugos, por exemplo, é mais difícil que ele torne-se transmissor de doenças a humanos, como é o caso dos cães errantes.

Coleira

Os errantes não foram incluídos na contagem oficial realizada pelo Centro de Controle de Zooneses (CCZ). Também não devem receber as coleiras com as plaquetas de identificação adquiridas pela prefeitura. Para que sejam colocadas gratuitamente nos animais, basta a Secretaria Municipal de Saúde alterar uma cláusula do contrato a ser assinado com as clínicas veterinárias.

Ao todo, 16 estabelecimentos concordaram em instalar gratuitamente as peças nos animais. O trabalho começa no próximo mês, conforme prevê Ramos. As cerca de 50 mil plaquetas terão um número e estarão presas na coleira. Se o animal for achado na rua, a numeração indicará o proprietário e onde ele pode ser localizado.

"Se o CCZ encontrá-lo (o animal) na rua, faz a apreensão e o proprietário vai buscá-lo", comenta o secretário. Já no caso de abandono, o dono fica sujeito até à multa sanitária por maus-tratos. O objetivo da Secretaria da Saúde, no entanto, é estimular entre a população a posse responsável dos animais.

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Castração

O programa de castração de animais será desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde por meio de um convênio com a Universidade Paulista (Unip). Nos bancos de aula, os veterinários serão capacitados e estarão aptos para participar de mutirões.

Segundo Mário Ramos, uma outra proposta da Secretaria Municipal de Saúde é adaptar a sede das antigas Regionais Administrativas para torná-las próprias para a realização do procedimento que impede a reprodução do animal.

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