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Leishmaniose é combatida com armadilha para mosquitoResponder sobre Leishmaniose é combatida com armadilha para mosquito
Administrador AB
31/10/2007

http://oglobo. globo.com/ sp/mat/2007/ 10/29/326942124. asp
Saúde

Leishmaniose é combatida com armadilha para mosquito

Plantão | Publicada em 29/10/2007 às 20h36m

EPTV

SÃO PAULO - Agentes de saúde da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) montaram um esquema de prevenção para evitar a chegada da leishimaniose à região de Barretos, a 425 quilômetros da capital. Os técnicos estão instalando armadilhas para capturar e analisar o mosquito transmissor da doença, o Lutzomia longipalpis. Mais conhecido como mosquito palha, o inseto é o vetor da leishmaniose, doença que provoca lesões graves no corpo e pode ser transmitida às pessoas e animais.

- Alguns animais como o rato do mato, o gambá, a raposa e o tamanduá, possuem o parasita da doença. O mosquito, como se alimenta de sangue, está sujeito a ser contaminado e, conseqüentemente, transmitir a doença às pessoas - explica o coordenador do controle de vetores, Olzírio Aníbal.

As armadilhas são uma espécie de lamparina, com um saco e exaustor. A luz atrai o mosquito, que é sugado para dentro do recipiente através do exaustor. A determinação da Secretaria da Saúde, de instalar armadilhas para o mosquito da leishmaniose, abrange cidades da região noroeste do estado de São Paulo, mais próximas de Mato Grosso, onde a doença já é registrada.

Em Barretos, já foram instalados 54 armadilhas. A bióloga Márcia Trevisan é uma das moradoras que concordou em ajudar na pesquisa. A armadilha foi montada no quintal de sua casa. A contribuição é simples, basta acender a luz à noite e trocar o coletor de manhã.

Depois de três dias, a família entregou os coletores à equipe da Sucen, que vai analisar os insetos em laboratório para saber se estão contaminados pelo protozoário que provoca a doença.

Outras regiões

Na região de Campinas, foi registrado um surto de leishmaniose visceral americana (LVA) em Santo Antônio de Posse. Mas segundo o Centro de Vigilância Estadual (CVE), também há transmissão nas regiões de São João da Boa Vista e Metropolitana de São Paulo.

Os cães também estão entre os principais reservatórios da zoonose. Dados do CVE mostram que dos 645 municípios do Estado, 53,2% estão em situação de vulnerabilidade para a leishmaniose.

Maria Lúcia Metello
 
Abrigo dos Bichos
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