O Site do ''Tribuna do Norte On Line'' informa (texto abaixo) que outra Universidade brasileira (a UFRN Universidade Federal do RN) pratica a abominável prática da vivissecção, uma técnica ultrapassada, cruel e ineficiente de ''ensinar'' e pesquisar. A vivissecção (experimentos em animais vivos) é uma fraude científica (charlatanismo) . Quem está enganando também a população é a professora Elaine Gavioli, presidente do Comitê de Ética do Uso de Animais da UFRN quando ela afirma que a Universidade está se adequando à Lei Arouca pelo simples fato que a Universidade tem um Comitê de Ética e que a Universidade tenta, assim, se auto-regulamentar. Na realidade esta lei nefanda e macabra criou um tal de Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) que regulamentaria esta prática medieval, mas este tal de CONCEA não existe (o órgão seria ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia) . O Comitê de ética da UFRN não está filiado ao CONCEA, porque este não foi criado, e portanto, os experimentos realizados na UFRN são ilegais e criminosos. 
A professora Elaine Gavioli também tenta enganar a população ao comparar os dolorosos experimentos em animais que (segundo ela) seria equivalente a um exame de sangue, que nós humanos, fazemos nos laboratórios. A professora (na verdade uma charlatã) quer nos passar a idéia que os animais não sofrem: pelo contrário sentem bem estar servindo de cobaias em experimentos que os levam a morte. Outra diferença é que nós fazemos exame de sangue se quisermos, enquanto os animais são obrigados a participar desta farsa. 
Outro equívoco terrível desta reportagem é a afirmação não verdadeira de que a regulamentação das pesquisas é uma luta histórica das associações de proteção aos animais. Na realidade, os abolicionistas são favoráveis que se pare imediatamente com todo e qualquer experimento com animais. Como vemos as pessoas envolvidas com a prática da vivissecção então envoltas numa onda de mentiras, fraudes científicas,  e charlatanismo. São lacaios da lucrativa indústria farmacêutica, do sistema capitalista, e de todo serviço sujo envolvido nesta trama macabra: as fábricas de gaiolas, os fabricantes de ração, e os criadores de animais. Tudo por dinheiro. A ciência não progride por isto. Este é o ''modus operandi'' dos vivisseccionistas. 
------------ --------- --------- --- 

AÇÃO URGENTE: 
Se você não concorda com a vivissecção (experimentos em animais), ajude a protestar. Para reforçar seus argumentos vejam estes sites: 
 http://www.internic hebrasil. org/ e 
 http://www.fbav. org.br/ 

Cite a Declaração Universal dos Direitos dos Animais 
Artigo 8º 1. A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação. 2. As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas. 

Cite também a lei de Crimes Ambientais 
Art. 32º - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. 
------------ --------- --------- --------- - 

PROTESTE JÁ: enviem mensagens para 
1) Site do Tribuna on Line: email:  tribuna.nat@ digizap.com. br tribuna.nat arroba digizap.com. br 
2) Ouvidoria da UFRN: preencham formulário em  http://www.ufrn. br/ufrn/conteudo /contato/ contato.php a Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da UFRN ? email -  ceua@reitoria. ufrn.br ceua arroba reitoria.ufrn. br 

------------ --------- --------- -- 

UFRN se adequa à ?Lei Arouca? 
Júnior Santos 
Atualmente as pesquisas da Universidade Federal do RN utilizam ratos, camundongos e saguis 
10/07/2009 - Tribuna do Norte 

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte está em pleno processo de adequação às normas e princípios da Lei Arouca, que versa sobre o tratamento de animais em pesquisas e atividades científicas. A Comissão de Ética no Uso de Animais tratou de 30 projetos, sendo nove ainda em avaliação, dentre os mais de 100 existentes na Universidade, de acordo com informações da Pró-reitoria de Pesquisa da UFRN. 

Na fila das votações do legislativo desde 1995, a Lei Arouca foi editada em outubro do ano passado, instituindo oficialmente a necessidade de que cada instituição de ensino e pesquisa tenha uma comissão para avaliar e aprovar as pesquisas científicas que envolvam animais. A análise é baseada em três princípios: reduzir o número de animais utilizados, substituir quando possível o uso de animais por outro método disponível e minimizar ao máximo o sofrimento dos mesmos. 

Como se sabe, essa é uma luta histórica das associações de proteção aos animais: a regulamentação das pesquisas para que não se utilize nenhum método doloroso ?pelo bem da ciência?. A professora Elaine Gavioli, presidente do Comitê de Ética do Uso de Animais da UFRN, dá um bom exemplo dos princípios utilizados: ?Quando você vai fazer um exame de sangue, o laboratório realiza o processo de uma maneira que seja causada a menor dor possível. O mesmo procedimento deve ser utilizado com os animais?. E complementa: ?O objetivo é promover o bem estar?. 

As regras e princípios só são válidos no tratamento de vertebrados e alcançam também os animais utilizados em aulas práticas e na criação de animais em cativeiros, com fins científicos. Atualmente, as pesquisas da UFRN utilizam ratos, camundongos e saguis. Cada projeto é enviado ao Comitê, composta por membros do corpo docente de várias áreas da Universidade e representantes da sociedade civil organizada, para a realização de um parecer. 

O primeiro encontro do Comitê foi realizado apenas em abril desse ano, o que justifica a relativa pouco adesão dos pesquisadores. Num primeiro momento, a relação será educativa. ?Quando há alguma divergência, nós sugerimos alterações no projeto, como a utilização de anestesia num procedimento ou a substituição por outro método menos invasivo. É uma forma educativa de trabalhar?, diz Elaine. Contudo, quando o procedimento estiver mais solidificado, a intenção é de vincular a aprovação da pesquisa pelos conselhos da Universidade à avaliação do Comitê de Ética. 

No plano nacional, a preocupação com as cobaias científicas ainda não foi unificada sob um Comitê. Desta forma, cada região e universidade fica responsável por se auto-regulamentar. Mas com o compromisso de se ater à Lei Arouca e aos princípios que ela implementou. 

Fonte: 

 http://tribunadonor te.com.br/ noticias/ 115297.html 
------------ --------- --------- --- 

E vejam aqui abaixo o nome dos membros da quadrilha que se compactua com o crime de maus tratos aos animais para que fique registrado para a posteridade e para que os descendentes destes grotescos pesquisadores para que estes tenham vergonha dos seus antepassados, assim como hoje, ninguém se orgulharia de ter um parente que foi médico dos nazistas que praticavam a vivissescção. 

Os Membros da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da UFRN 
TITULARES 
Aline Schwarz 
Elaine Cristina Gavioli 
José Diniz Júnior 
João Felipe de Sousa Filho 
Regina Helena da Silva 
Carlos Eduardo de Moura 
Raide Marinho de Andrade 
Eduardo Henrique Silveira de Araújo 
Tassos Lycurgo Galvão Nunes 
Paula Rocha de Melo 
Núbia Sulamita da Silva Gameleira 

SUPLENTES 
Jorge dos Santos Cavalcanti 
Gerlane Bernardo Coelho Guerra 
Irami Araújo Filho 
Jacira Maria Andrade Sousa 
José Flávio Vidal Coutinho 
Adriana Christina Costa do Nascimento 
Roberto Hugo Bielshowsky 
Neuciane Gomes da Silva 
Sandra Magali da Silva Gameleira